Haverá luz no fim do túnel ?
A nossa maior indignação é ver a presidente Dilma afirmando que não tem crise, nem corrupção e que está tudo bem.
Não conseguimos ver o fim do túnel, muito menos a luz.
A partir de agora as pensionistas, viúvas, terão que se contentar com a metade do salário de seu marido. se com a salário integral as coisas já estavam pretas,, na hora que seu conjuge falecer as coisas ficaram mais graves ainda.
Ouvi várias vezes nonos debate senador Áecio dizendo, que a candidata Dilma estava mentindo e a população ainda acreditou nela. Pague-se agora o preço
Depois de 2014 correr o risco de fechar com déficit primário, o pior resultado da série histórica do BC, o anúncio do ajuste fiscal feito pelo novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, trouxe alívio para o mercado, apesar de ter sido encarado como um “mal necessário”.
Talvez não se consiga alcançar a meta de superávit de 1,2%, mas o patamar de 0,8% para o próximo ano é muito plausíve"
Sérgio Vale
“Se esse pacote for eficaz, pode reverter o quadro para superávit primário. Mas o governo sofre muita pressão para investir no próximo ano. Caso deixe de investir, contribui demais para a paralisação da economia”, avalia Bandeira, da Órama.
O economista não vê espaço para mais aumento de impostos, embora ele seja necessário para o equilíbrio das contas públicas e maior arrecadação.
Em virtude dos novos ajustes, 2015 será um ano difícil, com dois desafios minando os planos de crescimento, de acordo com Bandeira. Um deles é a redução de custos e, o outro, o aumento da produtividade. Este ajuste trará uma complicação fiscal ruim para as empresas, na opinião de Vale, da MB Associados.
“Talvez não se consiga alcançar a meta de superávit de 1,2%, mas o patamar de 0,8% para o próximo ano é muito plausível”, acredita o analista. Para Vale, sob qualquer ótica, 2015 será um ano complicado, uma vez que ajuste também implica em desaceleração.
“De qualquer maneira que viesse [o ajuste] seria difícil. A questão é saber se ele será suficiente para mudar todo o clima de confiança na economia”, conclui.
Em virtude dos novos ajustes, 2015 será um ano difícil, com dois desafios minando os planos de crescimento, de acordo com Bandeira. Um deles é a redução de custos e, o outro, o aumento da produtividade. Este ajuste trará uma complicação fiscal ruim para as empresas, na opinião de Vale, da MB Associados.
“Talvez não se consiga alcançar a meta de superávit de 1,2%, mas o patamar de 0,8% para o próximo ano é muito plausível”, acredita o analista. Para Vale, sob qualquer ótica, 2015 será um ano complicado, uma vez que ajuste também implica em desaceleração.
“De qualquer maneira que viesse [o ajuste] seria difícil. A questão é saber se ele será suficiente para mudar todo o clima de confiança na economia”, conclui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário